Às vezes, um cachorro preto não é apenas um cachorro preto.
Cade se vira bem sozinho. De verdade.
Só que seu trabalho como detetive particular tomou conta da sua vida desde que seu sócio morreu, e é por isso que ele contrata um assistente pessoal.
Ele culpa Charlie por tê-lo pressionado a aceitar o caso absurdo de um cachorro preto aterrorizando um bairro — e tudo o que acontece por causa disso.
Fin não sabe o que fazer quando sua mãe lhe conta sobre o enorme cachorro preto que está comendo animais de estimação no bairro.
Ele já tem problemas demais para lidar, incluindo a necessidade de encontrar um apartamento, já que seu senhorio está o despejando.
Ele não consegue se concentrar em capturar o cachorro e não tem certeza se quer tentar, então contrata um detetive particular.
É esse tipo de trabalho que detetives particulares fazem, certo?
O caso é absurdo, mas também estranho. Cade tenta se convencer de que o cachorro não passa de um cachorro, mas Fin e Charlie acham que o cachorro é uma entidade demoníaca que traz a morte.
E certamente traz, entre os gatos que ele comeu e o pobre homem que morreu depois de cruzar seu caminho.
Mas Fin quer proteger sua mãe, mesmo que Cade não o ajude.
Cade cede quando Fin, por quem ele está começando a se importar, quase é morto, mas como ele, Fin e Charlie podem se livrar de um cachorro que parece não pertencer a este mundo?







